Ouvi de um argentino que não tenho accent, nem quando falo inglês, nem quando falo espanhol. Acreditei!
Duas brasileiras me trataram como portuguesa, apesar de eu lhes perguntar 3 (TRES!) vezes se elas realmente achavam que eu era portuguesa com meu accent.
Uma pessoa dos US pediu para ser apresentada a mim. Como estava ao telefone, fazendo uma reserva, minha colega de um dos países lhe deu toda a minha biografia e CV. Onde nasci, onde morei, onde e o que estudei, o que faço na empresa. Fiquei em choque. Ao jantar, essa mesma colega, me disse que ainda não entendeu bem o que sou. Se portuguesa ou brasileira ou Suíça. Achei interessante acrescentar o Suíça. Até aquele dia, todas as vezes que me dizia isso ficava entre portuguesa e brasileira. Também me disse que "a conquistei" foi quando a confrontei pela primeira vez. Pois entao, o que mais se esperar de uma ex-piloto do exercito israelita?
Não sou portuguesa. Não sou brasileira. Tão pouco sou Suíça. Mas sou tão portuguesa. Tão brasileira. E estou me tornando tão Suíça. Todas essas pessoas co-existem em mim. E estou aprendendo a co-existir com elas. Harmoniosamente.
Já meu colega da Índia, com quem tenho convivido intensamente desde novembro ultimo me descreveu, voluntariamente, da seguinte forma: Extremamente organizada e persistente, alguém que não desiste antes de conseguir o que quer.
Ele sabe do que esta falando, porque o ano tem sido de desafios mil!!!!
Questão é que este ano tenho três grandes objetivos pessoais e profissionais. Um esta indo, devagar, mais esta indo. Os outros dois não! Estão em processo, mas ainda nao atingi o resultado final. Devo desistir?! Ou ser perseverante, já que esta parece ser uma das minhas qualidades?!

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