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domingo, junho 17, 2012
Basel, sol, arte
Este final de semana Basel foi pura arte. E época de Art Basel e das muitas outras exibicoes satélite acontecendo, enchendo a cidade de gentes do mundo todo e de muita arte contemporanea. Junte-se a isso sol, jogos decisivos no Euro 2012 e temos um final de semana perfeito e assim o foi.
Ah, sim! Ontem foi dia de farmers market, comprei frutas e verduras orgânicos deliciosos, pão de cereais, iogurte orgânico, queijo de cabra. Achei cha mate tostado que adoro. Fiz pesto de agriao.
Energias renovadas! Pronta para mais uma semana.
domingo, fevereiro 12, 2012
Going green @ kitchen
Sempre fui consumista. E isto incluía comprar frutas e verduras que eu nunca consumiria. Fazia tudo errado, comprava o que me parecia maior, mais colorido, mas que na verdade não tinha sabor nenhum. Resultado, eu não comia o que deveria, ou seja, as frutas e verduras iam todas para o lixo. E o peso na consciência fazia repetir tudo, semana após semana, por anos. Entretanto, aprendi que tudo pode ser diferente. As frutas e verduras da estação e, de preferencia, os orgânicos, sao cheios de sabor, tem textura de comida e não de isopor. Mudando meus hábitos, melhorei a minha alimentação consideravelmente e o bolso e a balança agradecem. Mais sabor e menos desperdício!
Foto by Google Images: http://www.gaetanbono.com/
Foto by Google Images: http://www.gaetanbono.com/
domingo, junho 21, 2009
Manifesto pela vida
Vivi meus primeiros anos neste lugar aí em baixo. Minha bisavó nasceu lá, minha avó nasceu lá, minha mãe nasceu lá. Todas elas nasceram lá literalmente (eu nasci em um hospital em um verão ensolarado, hahahaha). O lugar hoje são ruínas, ruínas de uma quinta, em Oleiros, na rota das aldeias de xisto, consumida pelo fogo em um incêndio bravo em 2003. Mas o lugar tem história, muita história.
As fotos estão meio esquisitas... foram tiradas em dezembro último, em pleno inverno e alta escassez de luz.







O que vcs vêem são ruínas, mas lhes asseguro que este lugar já teve muita vida e eu mesma vivi momentos muitos felizes lá. E o resto é história. Oh, vida!!
Mas por que isto em pleno domingo? Momento nostalgia? Não!!!
É o seguinte, desenvolvi um problema bravo com a balança que não quer se resolver e comecei a tentar entender de onde ele vem. É preciso sempre entender a causa, para achar a solução. Vamos aos fatos.
Como disse, vivi uns anitos nesse lugar aí em cima, onde a vida era o mais puro conceito de BIO que pode existir. Lá se comia e bebia o que se plantava.
Frutas, verduras, legumes (incluindo batatas), mel, vinho, azeite, galinhas, pato, coelho, porco, cabra, queijo, etc.
Se comiam as frutas e verduras da época, se guardava o que era possível, como batatas, milho, centeio (para fazer o pão) e as carnes e enchidos que se faziam lá mesmo.
Era assim que se vivia e eu era uma criança saudável e feliz.
Com 6 aninhos, minha família se mudou para o Brasil e eu ganhei significativos quilos que ao longo dos anos vão e vem, sem pudores.
O que mudou? O que como e como como!!!!
Cresci no Paraná e briguei com a balança por anos, mas sempre estive acima do peso. Houve momentos em que comi direitinho e tudo esteve bem. Mas nem sempre fui capaz de comer direitnho!!
Quando fui pra São Paulo a casa literalmente caiu. Por 10 anos comi o mais puro lixo!!! É admirável com um ser humano pode se alimentar por 10 anos de PURO lixo. O resultado? Muitos quilos na balança que não se querem ir, nem por decreto. Talvez, porque eu ainda continue a comer lixo, apesar do meu esforço sobrehumano para voltar a comer saudavelmente.
Congelados não entram mais aqui em casa. Tenho tentado cozinhar sempre que possível. Tenho comprado frutas e verduras frescas, todas as semanas. Carne vermelha está quase banida (comi qdo fui ao Brasil por que não resiste à costela assada). Mas ainda estou comendo um monte de porcaria industrializada, que além de ser super sem sabor, só faz engordar. E voltar a cozinhar demora tempo. É sempre mais prático preprar pão-com-qualquer-coisa ou uma massa do que cozinhar de maneira apropriada. Hábitos de mais de 15 anos (faculdade + São Paulo) que não se querem ir.
Mas o unviverso (acredito nele!!) tem me feito refletir, sabe?
A minha mãe decidiu pegar no pé ferozmente. Essa coisa de comer de maneia saudável, mas com todo o sabor, sabe? Na sexta ela estava me ensinado a preparar coelho!!! Frase dela: o coelho pede louro, boa pimenta e um bom vinho branco (qdo ele está sendo temperado).
Até fiquei me imaginando assando um coelhinho, devidamente temperado com alho, louro, pimenta e vinho. E para acompanhar, batatas assadas e um bom vinho. Só que não encontrei coelho por aqui para comprar, mas na França deve ter (esta é a vantagem de morar na fronteira da Suiça, França e Alemanha).
Outra mensagem do universo... Ontem comprei um queijinho de cabra de comer de joelhos, desses super artesanais. Hhhhhmmmm, era o gosto das montanhas materializado. Ao contrário daquelas coisas industrializadas horrorosas.
Viva o verdadeiro sabor!! Viva a vida!!!! Chega de lixo!!!
E minha briga com a balança continua, ferrozmente. Mas tenho fé.
As fotos estão meio esquisitas... foram tiradas em dezembro último, em pleno inverno e alta escassez de luz.







O que vcs vêem são ruínas, mas lhes asseguro que este lugar já teve muita vida e eu mesma vivi momentos muitos felizes lá. E o resto é história. Oh, vida!!
Mas por que isto em pleno domingo? Momento nostalgia? Não!!!
É o seguinte, desenvolvi um problema bravo com a balança que não quer se resolver e comecei a tentar entender de onde ele vem. É preciso sempre entender a causa, para achar a solução. Vamos aos fatos.
Como disse, vivi uns anitos nesse lugar aí em cima, onde a vida era o mais puro conceito de BIO que pode existir. Lá se comia e bebia o que se plantava.
Frutas, verduras, legumes (incluindo batatas), mel, vinho, azeite, galinhas, pato, coelho, porco, cabra, queijo, etc.
Se comiam as frutas e verduras da época, se guardava o que era possível, como batatas, milho, centeio (para fazer o pão) e as carnes e enchidos que se faziam lá mesmo.
Era assim que se vivia e eu era uma criança saudável e feliz.
Com 6 aninhos, minha família se mudou para o Brasil e eu ganhei significativos quilos que ao longo dos anos vão e vem, sem pudores.
O que mudou? O que como e como como!!!!
Cresci no Paraná e briguei com a balança por anos, mas sempre estive acima do peso. Houve momentos em que comi direitinho e tudo esteve bem. Mas nem sempre fui capaz de comer direitnho!!
Quando fui pra São Paulo a casa literalmente caiu. Por 10 anos comi o mais puro lixo!!! É admirável com um ser humano pode se alimentar por 10 anos de PURO lixo. O resultado? Muitos quilos na balança que não se querem ir, nem por decreto. Talvez, porque eu ainda continue a comer lixo, apesar do meu esforço sobrehumano para voltar a comer saudavelmente.
Congelados não entram mais aqui em casa. Tenho tentado cozinhar sempre que possível. Tenho comprado frutas e verduras frescas, todas as semanas. Carne vermelha está quase banida (comi qdo fui ao Brasil por que não resiste à costela assada). Mas ainda estou comendo um monte de porcaria industrializada, que além de ser super sem sabor, só faz engordar. E voltar a cozinhar demora tempo. É sempre mais prático preprar pão-com-qualquer-coisa ou uma massa do que cozinhar de maneira apropriada. Hábitos de mais de 15 anos (faculdade + São Paulo) que não se querem ir.
Mas o unviverso (acredito nele!!) tem me feito refletir, sabe?
A minha mãe decidiu pegar no pé ferozmente. Essa coisa de comer de maneia saudável, mas com todo o sabor, sabe? Na sexta ela estava me ensinado a preparar coelho!!! Frase dela: o coelho pede louro, boa pimenta e um bom vinho branco (qdo ele está sendo temperado).
Até fiquei me imaginando assando um coelhinho, devidamente temperado com alho, louro, pimenta e vinho. E para acompanhar, batatas assadas e um bom vinho. Só que não encontrei coelho por aqui para comprar, mas na França deve ter (esta é a vantagem de morar na fronteira da Suiça, França e Alemanha).
Outra mensagem do universo... Ontem comprei um queijinho de cabra de comer de joelhos, desses super artesanais. Hhhhhmmmm, era o gosto das montanhas materializado. Ao contrário daquelas coisas industrializadas horrorosas.
Viva o verdadeiro sabor!! Viva a vida!!!! Chega de lixo!!!
E minha briga com a balança continua, ferrozmente. Mas tenho fé.
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